Direito Bancário · Defesa do Consumidor
A responsabilidade pode ser do banco — e você pode ter direito à devolução. Atuação especializada em falhas de segurança, empréstimos não contratados e descontos indevidos em aposentadorias e salários. Análise do seu caso com agilidade, sigilo e atendimento 100% digital.
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Você se identifica?
Recebeu uma ligação "do banco", seguiu as orientações e perdeu dinheiro? Transferiu valores sob pressão de golpistas? Em muitos casos, a falha de segurança é da instituição — e ela pode ser responsabilizada.
Descontos mensais de um contrato que você não assinou, não autorizou e nem sabia que existia. Isso é fraude — e a lei protege o consumidor lesado.
O Cartão de Crédito Consignado gera descontos mínimos eternos: você paga todo mês e a dívida nunca diminui. Milhares de aposentados foram incluídos nessa modalidade sem entender o que estavam contratando.
Retiradas que você não fez, transferências não reconhecidas, compras desconhecidas. O banco tem o dever de proteger o seu dinheiro — quando falha, responde por isso.
Se você respondeu "sim" a qualquer uma dessas perguntas, seu caso merece uma análise jurídica.
Como atuamos
Analisamos o contrato e, identificada a irregularidade, buscamos judicialmente o cancelamento definitivo dos descontos e a restituição dos valores cobrados indevidamente — que, nos termos do Código de Defesa do Consumidor (art. 42, parágrafo único), pode ser pleiteada em dobro quando há cobrança indevida.
Quando o golpe só foi possível por falha de segurança do banco — validação frágil, liberação de operações atípicas, vazamento de dados —, a instituição pode ser responsabilizada civilmente. Atuamos para buscar a reparação do prejuízo financeiro e, quando cabível, indenização pelos danos causados.
Não basta discutir o passado: é preciso estancar o prejuízo agora. Por meio de pedidos de tutela de urgência, buscamos a suspensão imediata dos descontos direto no benefício ou na folha de pagamento, antes mesmo da decisão final do processo.
Quem defende você
Felipe Ferreira da Silva — OAB/RJ 174.727 atua há mais de 15 anos na defesa do consumidor contra abusos de instituições financeiras, com foco em fraudes bancárias, contratos não reconhecidos e descontos indevidos em benefícios previdenciários e salários.
O escritório concentra sua atuação na responsabilidade civil dos bancos: quando a instituição falha no dever de segurança, ela responde pelo prejuízo do cliente. Essa é a tese central que orienta cada caso.
Da análise do caso à assinatura da procuração, tudo é feito de forma segura pelo WhatsApp e por e-mail. Atendemos clientes em todo o país, sem burocracia.
Seus documentos e informações são tratados com confidencialidade total, conforme o dever de sigilo profissional da advocacia e a LGPD.
Não somos um escritório generalista. Nossa atuação é concentrada em litígios bancários — domínio técnico das teses, da jurisprudência e do comportamento dos bancos em juízo.
Perguntas frequentes
Depende das circunstâncias, mas em muitos casos, sim. A Justiça reconhece que os bancos respondem objetivamente por falhas na segurança de seus sistemas (Súmula 479 do STJ). Se o golpe só foi possível porque a instituição falhou em detectar operações atípicas ou proteger seus dados, há fundamento para buscar a reparação. Cada caso exige análise individual — por isso o primeiro passo é enviar os detalhes para avaliação.
Analisamos o contrato e a forma como ele foi apresentado a você. Se ficar demonstrado que não houve contratação válida — ou que houve vício de informação —, ingressamos com ação pedindo o cancelamento do cartão consignado, a cessação dos descontos e a devolução dos valores pagos, que pode ser pleiteada em dobro nos casos de cobrança indevida.
Sim. Todo o atendimento é digital: você envia seus documentos pelo WhatsApp, a procuração é assinada eletronicamente e o processo tramita de forma eletrônica na Justiça. Você acompanha tudo sem sair de casa, de qualquer lugar do Brasil.
Nos casos em que há urgência evidente — como descontos em benefício previdenciário —, é possível pedir tutela de urgência (liminar) para suspender os descontos logo no início do processo. A concessão depende do juiz e das provas apresentadas, mas esse pedido é feito de imediato, justamente para estancar o prejuízo o quanto antes.
Envie os detalhes do seu caso pelo WhatsApp. A análise inicial é feita com agilidade e total sigilo.
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