Direito Bancário · Defesa do Consumidor

Caiu em um golpe bancário ou descobriu descontos que nunca autorizou?

A responsabilidade pode ser do banco — e você pode ter direito à devolução. Atuação especializada em falhas de segurança, empréstimos não contratados e descontos indevidos em aposentadorias e salários. Análise do seu caso com agilidade, sigilo e atendimento 100% digital.

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Você se identifica?

Situações que atendemos todos os dias

Caiu no golpe da falsa central ou do Pix?

Recebeu uma ligação "do banco", seguiu as orientações e perdeu dinheiro? Transferiu valores sob pressão de golpistas? Em muitos casos, a falha de segurança é da instituição — e ela pode ser responsabilizada.

Apareceu um empréstimo que você nunca pediu?

Descontos mensais de um contrato que você não assinou, não autorizou e nem sabia que existia. Isso é fraude — e a lei protege o consumidor lesado.

Tem um desconto com a sigla "RMC" que nunca acaba?

O Cartão de Crédito Consignado gera descontos mínimos eternos: você paga todo mês e a dívida nunca diminui. Milhares de aposentados foram incluídos nessa modalidade sem entender o que estavam contratando.

Notou saques ou movimentações estranhas na conta?

Retiradas que você não fez, transferências não reconhecidas, compras desconhecidas. O banco tem o dever de proteger o seu dinheiro — quando falha, responde por isso.

Se você respondeu "sim" a qualquer uma dessas perguntas, seu caso merece uma análise jurídica.

Como atuamos

Três frentes para proteger você e o seu dinheiro

Cancelamento de RMC e consignados fraudulentos

Analisamos o contrato e, identificada a irregularidade, buscamos judicialmente o cancelamento definitivo dos descontos e a restituição dos valores cobrados indevidamente — que, nos termos do Código de Defesa do Consumidor (art. 42, parágrafo único), pode ser pleiteada em dobro quando há cobrança indevida.

Recuperação de valores perdidos em golpes

Quando o golpe só foi possível por falha de segurança do banco — validação frágil, liberação de operações atípicas, vazamento de dados —, a instituição pode ser responsabilizada civilmente. Atuamos para buscar a reparação do prejuízo financeiro e, quando cabível, indenização pelos danos causados.

Bloqueio de descontos ilegais na fonte

Não basta discutir o passado: é preciso estancar o prejuízo agora. Por meio de pedidos de tutela de urgência, buscamos a suspensão imediata dos descontos direto no benefício ou na folha de pagamento, antes mesmo da decisão final do processo.

Quem defende você

Atuação concentrada na responsabilidade civil dos bancos

Felipe Ferreira da Silva — OAB/RJ 174.727 atua há mais de 15 anos na defesa do consumidor contra abusos de instituições financeiras, com foco em fraudes bancárias, contratos não reconhecidos e descontos indevidos em benefícios previdenciários e salários.

O escritório concentra sua atuação na responsabilidade civil dos bancos: quando a instituição falha no dever de segurança, ela responde pelo prejuízo do cliente. Essa é a tese central que orienta cada caso.

Felipe Ferreira em frente ao Fórum Regional da Leopoldina, Rio de Janeiro
Atuação presencial nos fóruns do Rio de Janeiro

Atendimento 100% digital

Da análise do caso à assinatura da procuração, tudo é feito de forma segura pelo WhatsApp e por e-mail. Atendemos clientes em todo o país, sem burocracia.

Sigilo absoluto

Seus documentos e informações são tratados com confidencialidade total, conforme o dever de sigilo profissional da advocacia e a LGPD.

Foco e especialização

Não somos um escritório generalista. Nossa atuação é concentrada em litígios bancários — domínio técnico das teses, da jurisprudência e do comportamento dos bancos em juízo.

Perguntas frequentes

O que você precisa saber antes de agir

Depende das circunstâncias, mas em muitos casos, sim. A Justiça reconhece que os bancos respondem objetivamente por falhas na segurança de seus sistemas (Súmula 479 do STJ). Se o golpe só foi possível porque a instituição falhou em detectar operações atípicas ou proteger seus dados, há fundamento para buscar a reparação. Cada caso exige análise individual — por isso o primeiro passo é enviar os detalhes para avaliação.

Analisamos o contrato e a forma como ele foi apresentado a você. Se ficar demonstrado que não houve contratação válida — ou que houve vício de informação —, ingressamos com ação pedindo o cancelamento do cartão consignado, a cessação dos descontos e a devolução dos valores pagos, que pode ser pleiteada em dobro nos casos de cobrança indevida.

Sim. Todo o atendimento é digital: você envia seus documentos pelo WhatsApp, a procuração é assinada eletronicamente e o processo tramita de forma eletrônica na Justiça. Você acompanha tudo sem sair de casa, de qualquer lugar do Brasil.

Nos casos em que há urgência evidente — como descontos em benefício previdenciário —, é possível pedir tutela de urgência (liminar) para suspender os descontos logo no início do processo. A concessão depende do juiz e das provas apresentadas, mas esse pedido é feito de imediato, justamente para estancar o prejuízo o quanto antes.

O primeiro passo para recuperar o que é seu começa com uma conversa

Envie os detalhes do seu caso pelo WhatsApp. A análise inicial é feita com agilidade e total sigilo.

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